
Mesmo com apenas 18 dias de resguardo após o nascimento da filha, Rute foi às urnas neste domingo (4) para exercer o direito ao voto. Ela levou a recém-nascida Lisa, que também esteve no local de votação durante o primeiro voto da mãe após o nascimento da criança.
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Rute afirmou que considera importante participar das eleições e fazer as próprias escolhas, em vez de deixar que outras pessoas decidam por ela.
“A gente tem que abraçar, né, nosso país, exercer nossa cidadania nessas horas, né? Para depois a gente não ter que reclamar, né, gente? Que a gente deixa os outros escolher para a gente. A gente tem que fazer nossas escolhas.”
A fabricianense também contou que já morou em Portugal e comparou a experiência de votar no Brasil com a realidade de quem vive como imigrante em outro país. Segundo ela, no exterior, as dificuldades incluem o horário reduzido para votação e as filas.
“Lá é bem difícil e muito complicado, até mesmo por causa de horários, né? O horário é curto, as filas lá são muito grandes, então a pessoa tem que estar mesmo disposta a ir. Se eu tivesse no resguardo lá, eu já não conseguiria.”
Rute também estava acompanhada do filho Lucas, de cinco anos, que permaneceu do lado de fora da sala de votação.
