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Aprovação do presidente Lula alcança 54% dos eleitores, indica pesquisa Quaest

Na pesquisa anterior o presidente tinha uma aprovação de 50%

10/07/2024 às 09h31 Atualizada em 10/07/2024 às 09h56
Por: Redação
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Foto: Reprodução / Agência Brasil
Foto: Reprodução / Agência Brasil

Nesta quarta-feira (10), dados divulgados pela pesquisa Quaest revelaram que 54% dos eleitores brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 43% o reprovam. Os resultados representam um aumento na aprovação em relação aos 50% registrados em maio deste ano, indicando um descolamento da reprovação, que era de 47% na mesma época.

A pesquisa, encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 5 e 8 de julho, ouviu 2 mil pessoas com 16 anos ou mais em 120 municípios do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%.

Felipe Nunes, diretor da Quaest Pesquisa e Consultoria, apontou que a melhora na avaliação do presidente foi impulsionada principalmente pelo grupo de eleitores com renda familiar de até 2 salários mínimos. Ele destacou também um aumento na aprovação entre mulheres e evangélicos, sugerindo que a percepção positiva da economia entre os mais pobres pode estar contribuindo para esse cenário.

Nunes ressaltou que a economia está perdendo destaque como o principal problema do país, passando de 31% para 21% entre os que a consideram assim, enquanto a preocupação com a segurança subiu de 10% para 19%.

Entre os eleitores com renda familiar de até 2 salários mínimos, a aprovação de Lula subiu de 62% para 69%, com uma reprovação diminuindo de 35% para 26%, resultando na maior vantagem do presidente desde o início de seu mandato.

No segmento evangélico, apesar de ainda mais reprovado que aprovado (52% contra 42%), Lula apresenta a menor diferença de reprovação desde outubro de 2023, com uma tendência de queda constante desde fevereiro de 2024.

A pesquisa também destacou variações na aprovação por faixa etária ee educação . Entre os eleitores de 35 a 59 anos, por exemplo, a aprovação subiu de 50% para 56%, enquanto a reprovação caiu de 48% para 41%.

A divisão por gênero também mostrou diferenças significativas, com a reprovação entre o público feminino caindo de 44% para 39%, enquanto entre os homens, a queda foi de 51% para 45%.

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