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PM aponta que motociclista teria avançado sinal vermelho antes de colisão fatal em Coronel Fabriciano

Mãe e filho que estavam na outra motocicleta ficaram feridos

04/11/2026 às 09h21 Atualizada em 04/11/2026 às 09h32
Por: Redação VOX
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Foto: VOX
Foto: VOX

Um homem identificado como Lucas Ribeiro Silva, de 35 anos, morreu em um acidente envolvendo duas motocicletas na manhã desta quarta-feira (4), na avenida Magalhães Pinto, em frente ao BH Supermercados, em Coronel Fabriciano. A colisão envolveu uma Honda XRE preta, conduzida pela vítima fatal, e uma Honda CG Titan vinho, ocupada por uma mulher de 35 anos e uma criança de 12 anos.

 
 
 
 
 
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Em entrevista aos Canais VOX, o sargento Raylander, da Polícia Militar, informou que, segundo relatos de populares, Lucas seguia pela avenida no sentido crescente quando teria avançado o sinal vermelho em alta velocidade. No momento, a condutora da CG realizava o cruzamento para entrar em uma rua lateral, onde, segundo os relatos, o semáforo estava aberto para ela. Com o impacto, a mulher e a criança foram arremessadas ao chão.

As duas vítimas que estavam na CG sofreram ferimentos graves e foram socorridas para o hospital. A criança sofreu uma fratura no fêmur. Já Lucas, apesar das tentativas de estabilização realizadas pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), morreu no local.

Ainda de acordo com o sargento Raylander, a dinâmica do acidente será analisada pela perícia, que deverá confirmar ou não a versão relatada por populares. O policial explicou que a equipe registrou no Registro de Eventos de Defesa Social (REDS) as informações colhidas no local, uma vez que os militares não presenciaram a colisão.

A Polícia Militar também confirmou, após consulta ao sistema, que não foi encontrada habilitação em nome de Lucas, indicando que ele era inabilitado. O motociclista era morador do bairro Contente, em Coronel Fabriciano.

Na consulta à documentação da Honda XRE, os militares também constataram irregularidade no licenciamento, que estava registrado para o exercício de 2025, embora já fosse exigido o de 2026.

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